Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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domingo, 2 de julho de 2017

Ai domingo! Ai destino! Ai corpo partido!

E a calmaria "estalou-se" (como diria um aluno meu se estivesse aqui a escrever) ...
Hoje, avó e Pulgas jazem a lastro nos canapés da sala, em cima do tapete ou no chão extremo... Ontem foi noite grande.
Começámos por ver Zambujo, sentado numa cadeira, soltando acordes que aprecio mas Pulgas não. Ao fim de cinco minutos se pudessem mandavam o Zambujo cantar o "bailhinho" ou a Mula da Cooperativa para poderem dar largas às canelas. Mas não, Zambujo continuou nas suas melodias independentemente se se gosta ou não, e já Pulgas pediam para ir ver o C4 Pedro que é, por assim dizer, mais a onda delas.

Depois de escarreirarem pela Avenida do Mar e ementes Zambujo não cantava "o pica do sete" esta aqui foi entoando as canções, mas assim que "O pica" chegou trouxe a Maiveilha para cantar, e os outros continuavam nas carreiras.

Rápido para o carro e C4 esperáva-nos em Câmara de Lobos.
Só que não! Ele ainda estava no camarim a fazer as trancas (piadinha foleira) e a atar os atacadores das sapatilhas e demorou. Avança então uma fartura para ajeitar o estômago. Sim que o jantar já estava assim a modos que pronto a desfazer-se.
Pela meia noite entrou em palco. A partir daí foi a loucura, já nada foi como dantes! A pica "estalou-se" e toca a kizombar até às duas da manhã.
Rásparta este tipo de música que nos faz mexer sem querer e afugenta o sono dos olhos. E eram braços no ar, pernas a saltar, cabeça a rodopiar, ancas a bambolear. Só sei que não preciso de ir à aula de ginástica no próximo mês para poder juntar todos os cacos do meu corpo e colá-los. Estou assim a modos que partida!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Remédio santo para as insónias e eu só estava constipada

Há muita gente a sofrer com esta malvada doença, que não deixa unir pestana de cima com pestana de baixo e faz-nos ouvir tudo à nossa volta. Eu, da minha parte, não oiço quase nada assim que tiro os aparelhos das orelhas a não ser a respiração profunda (se eu disser roncos ele fica aborrecido), do vizinho do lado ou seja do mê senhor.
Nem Valdespert nem Valeriana nem Valium nem Xanax...
Estava eu a dizer que há um medicamento eficaz para a insónia, para quem deseja uma noite tranquila nas asas de Morfeu, sossegada, silenciosa, enfim, descansada. Seu nome Actifed.
Oh mês dês, tomei uma colher deste remédio e podia cair um bolo do caco em cima da cara e, na pior das hipóteses ir para a outra banda para a zona dos calados que nem dava conta.
Foi preciso a minha Pulga -a Maiveilha, a de onze anos, perfurar a testa com aquele dedo em riste para me lembrar que, afinal, ainda estava no mundo de cá.
Dormi tão bem e só tomei uma colher de Actifed, que é um anti-histamínico imaginem se tomasse duas...

domingo, 26 de março de 2017

Mas por onde andas tu, mulher!?

E eu respondo com uma pergunta: mas com este tempo de chuva, frio e baixa temperatura por onde posso andar?
Mas ando, ando a empacotar loiças, copos, panelas, armários, sofás, camas, colchões...
E nos intervalos vejo o movimento no shopingue.
E saí eu de casa pra isto! Vida de mãe não tira férias.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Seria o milagre que tanto espero

Para dormir, como um anjo, nada melhor que juntar três factores no quarto: arejado, escuro, silêncio.
Eu, rapariga que sentada no sofá dormita mesmo que o filme seja de acção e faz aquele esforço mórbido para ver até final e quando dá por si tem a baba a escorrer pelos cantos da boca e os óculos dependurados no nariz mas virados para Marrocos (que fica ali em frente), assim que desperta do sono, olha para a televisão e fica como que perdida pois que no seu cérebro de abóbora amarela cheia de pevides, não percebe que o filme que começara a ver já acabara há, sensivelmente, uma hora e três quartos e que este já é outro.
Atão, a rapariga que sou eu levanta este corpo que já foi danone, mas agora é Michelin, agarra nele ainda cansado e todo torcido que mais parece uma rosca, devido a estar sentado no sofá, e leva-o até à casa de banho para fazer o que tem a fazer neste sítio, despe-o, ou melhor tira o robe, fica com o rico pijama de bordado Madeira e deita-o. Assim que o deita no quarto arejado, escuro ...descobre que não há silêncio. E porque não há silêncio?, perguntam vocês que tudo querem saber? E eu respondo porque não sou de meias palavras. Por que alguém, que não me atrevo a dizer quem, toca piano. E saem uns acordes musicais, tipo tum tum tum tum acompanhados de uns suspiros como se competisse com Bitoven.
Mas a rapariga que para dormir precisa dos três factores juntos, e só tem dois, decide acompanhar o ritmo mas a dançar o fandango, desatando a dar pontapés no pianista. Pelo menos, durante um instante deixou de tocar piano.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Na Madeira é assim...

Ainda há dias um casal de turistas andava meio perdido pelas subidas e descidas do Funchal (sim, que eles olham para o mapa e vêem um ponto no oceano pensam quisto é tudo perto), e perguntaram ao mê senhor onde ficava o Jardim Botânico, ora como o mê senhor nao é homem entendido em línguas - é mais em gestos - vai daí convida-os a entrar no jipinho e "ala cardoso" até ao jardim Botânico.
Pelo caminho entabula conversa com eles e diz que na Madeira é tudo up and down up and down acompanhado de gesto de subir e descer, ao que reponde o turista que ia agarrado ao tablier do carro, cheio de medo, na subida íngreme que "não, não é up and down é up up up up.
Riram e, no fim da viagem, uma nota de 20 euros brilhava na mão em modo agradecimento...
O mê senhor, homem pobre mas honrado, não aceitou.
Quando chegou a casa ouviu uma reprimenda daquelas que nunca mais se vai esquecer pois cá se fosse comigo agarrava logo antes que o turista retirasse a mão.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Pergunta do dia, esta para queijinho...

Imaginem esta cena: avô no sótão da casa; Baixinha - a neta de oito anos - no quintal, por baixo, ele joga o atilho...prontes, o barbante com um gancho na ponta, ela mete o gancho na asa do garrafão, ele puxa um de cada vez os cinco garrafões para guardar no sótão.
Ela coloca a mão na anca assim a modos que peixeira do Bolhão quando termina o trabalho com o avô, e pergunta:
- Avô, para que queres tu essa tralha toda guardada no sótão?!

A bem dizer, só os homens e mulheres do meu tempo é que são gardadeiros (que guardam tudo, como se diz em Câmara de Lobos, zona piscatória da Madeira).
E digo: até um ferro de engomar que já faleceu há três anos está "gardado", não sei se à espera do dia do Juízo Final...
Mas, digam-me, vocês também guardam em vez de deitar no lixo?

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Sentada a ver televisão ao som de roncos

Uma pessoa senta-se no sofá da sala, liga a televisão e põe quase sem som.
Outra pessoa senta-se assim pó deitado ao lado e fecha os olhos.
Uma pessoa começa a ouvir uns ruídos vindo das entranhas da outra pessoa. Uma pessoa pensa: "ah, se eu tivesse a facilidade de assim que me sento fechar os olhos e mandar uns rocos era tão mas tão feliz."
Uma pessoa começa a ficar surda de tanto ouvir roncar e decide altear o som da televisão para abafar os ruídos. Outra pessoa apercebe-se que os ruídos estão, também, mais potentes e aumenta o som.
A pessoa já não sabe o que fazer para disfarçar, outra pessoa que está ao lado de repente acorda. Uma pessoa decide justtificar o som tao alto dizendo ser para abafar os roncos. A outra pessoa responsável de: "Ah, e tal, eu não estava a dormir, estava atento à televisão". A pessoa pensa que é só para não dar parte de fraco.
Porque foi um daqueles tão mas tão forte que o acordou.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Ainda há quem seja pior do que eu, espelho meu?

No aeroporto entro no elevador, Pulgas à frente diante dos olhos, Bisalho atrás, para nos levar ao piso inferior (ao parque) onde tínhamos estacionado o carro.
Estava já cheio, mas há sempre lugar para mais uns tantos, espremidos como sardinhas. Reparei que o botão piscava, sinal de que alguém já havia carregado e aguardei que ele deslizasse enquanto púnhamos a conversa em dia e olhávamos enternecidos para as Pulgas cujos olhos atravessavam a mala do tio, quiçá, imaginando as prendas que vinham dentro. De repente a porta do elevador abre e nós saímos. Novamente Pulgas à frente, tio a arrastar a mala e...
Estamos no mesmo piso."Oh diacho!"

Nem tinha descido nem subido. Ora, nós somos desenrascados, e como dizem os franceses: no hay que temer, hay otro  por supuesto, entrámos no outro que, desta vez, levou-nos até ao parque.
O mê senhor que desceu pelas escadas por achar que o elevador estava a demorar muito, fez uma cara de espanto, arregalando os olhos, ao ver-nos sair do outro elevador.

Estava eu a fazer o report do sucedido quando saem as sardinhas, perdão, quero eu dizer as pessoas, que estavam no primeiro. E desta feita os olhos postos em nós, julgando que.. seilhá... julguem o que quiserem o que eu sei é que ainda cheguei primeiro e sabem por quê?
Por que alguém que não eu, tinha carregado no botão........... para subir.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Dúvidas que me tiram o sono

Mê senhor ofereceu-me uma raspadinha. "Raspa" diz ele. Eu, mulher submissa, obedeci logo ao seu pedido.
Caramba, tem prémio e vou às carreiras à loja da esquina levantar o prémio.

Quando chego...
"Ah, e então, o dinheiro?"
"Dinheiro? Qual dinheiro?" Digo eu. É meu...
"Ah, podias dar-me, fui eu que comprei." responde.
Desculpa?! Deste-me o cartão. O prémio é meu. Quanto muito dou-te o euro que foi quanto gastaste - ripostei.
- Ah, mas fui eu quem escolheu e comprou.
- Tens razão, mas ofereceste-me. Não tenho nada a dar...

E agora!? De quem é o prémio!? Uma dúvida me assola! Dou? Não dou? Ganhou o "não dou".
Não lhe digam nada, por favor, fica o segredo entre nós, mas na próxima digo-lhe que não teve prémio. Não é assim que se faz?

domingo, 3 de janeiro de 2016

O que faz a simpatia

Num passeio em que demos com um casal - que eram amigos na altura, o mê senhor quis ser simpático em passar as fotografias do cartão de memória da máquina fotográfica desse casal para o nosso computador porque o cartão estava cheio e não tinha outro para substituir. Até aqui tudo normal só que o cartão tinha vírus e imaginem quem ficou viruloso. Claro, o computador cá da gente. E, o mais engraçado, é que o palerma ainda se riu e gozou quando lhe dissemos que o computador teve de ser formatado devido ao vírus passado do seu cartão.
A gozar que "a máquina tinha virus". Parvo, o que tinha virus era o cartão não a máquina. Uma pessoa faz-se simpática em passar as fotografias, fica com o pc com virus, nem exige o dinheiro do conserto e ainda gozam. Com amigos destes...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Uma surpresa muito boa

E logo eu que dou um rim por uma boa surpresa, entenda-se surpresa agradável.
Estava eu a viajar nas asas de Morfeu, deitada a lastro, cansada da vida e, porque os pais das PULGAS tinham um jantar, elas ficaram a dormir na "azavó", eu, rapariga dada a ver televisão, ontem fui mais cedo para a cama.
Estava já sem aparelhos nos ouvidos, sem dentes, sem a perna postiça, mas com os óculos enfiados no nariz porque estava a ler as notícias, quando acendem a luz do quarto no mais intenso. Olho e vejo filha à minha frente, isto já era quase uma da manhã, a dizer que vão levar as PULGAS que o jantar acabou e assim levava a canalha. "Ai não faças isso. Eles estão a dormir tão bem!", disse. "Ah, mas têm de ser. Vou levá-los".
Levanto-me para falar melhor ver melhor e ouvir melhor quando....
Entra o mê Bisalho e Madame (projecto)-nora!
Ai que me dá uma aflição! Ai qué desta que salta o coração! Ai que coisa maiboa é ter no mesmo espaço filha, genro, filho, nora, marido e as PULGAS no quarto ao lado. A minha família, a coisa que mais preservo, que mais estimo, aquela que eu me propus a constituir quando há quase quarenta anos me casei.
Família - um bem essencial à vida. O ar que respiramos...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Às vezes fico "oh!", admirada com tamanha inteligência

Eu supero-me, eu sei, a cada dia que passa fico mais bué-esperta! Para não dizer o contrário.
Ontem andei aqui às voltas como cachorro atrás do rabo em hora de ponta porque as luzes do presépio não acendiam e, natal mais gostoso é com muita iluminação.
Atão, como tava a dizer antes de me perder nos conformes, as luzes não acendiam e perguntei ao mê senhor, o entendido, a razão de tal escuridão. "Ah, e al e coiso tens de ligar o interruptor. Todos os fios estão ligados a um". Coisas de mestre electricista!
Oquei, mensagem percebida. À noite, ao deitar, desligo o interruptor. E fez-se escuridão!
Hoje de manhã vou buscar a minha "lambreta"(o m q tablete), e não estava carregado embora estive na tomada. " mas que treta (não foi esta que disse mas, adiante), esta treta (não foi esta...) não carregou!? Uá raio!"
E perguntam vocês que neste momento estão de testa enrugada e a pensar mas onde está a relação?!, esta rapariga tá mesmo tonta!"
Pois, darlingues, o fio da lambreta estava ligado na mesma tomada da iluminação do presépio que, por sua vez,  estava ligado ao dito interruptor. Ai está cabeça!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Antes eram duas por semana

Agora são três. Duas era pouco para a quantidade de energia que tenho. Atão, eu e mê senhor pensou-se (como se diz por cá), em aumentar, pelo menos, mais uma por semana. Ainda pusemos a hipótese de ser cinco vezes, mas, caramba, não há mulher que aguente tanta estrafega. É a lida da casa, é a beleza da mente e do corpo, é as Pulgas, e agora cinco por semana? Não. Eu sei que se queima calorias, que é saudável mas eu não preciso de estar cinco dias naquilo. É demais, não tenho estofo para tanto. Duas eu achava pouco, sim, eu aguento mais uma, três é realmente a conta que Deus fez. Três eu aguento e ele também.
A partir desta semana que agora finda, começou a ser três as vezes que faço...ou antes fazemos ginástica de manutenção. Segundas, Quartas e Sextas.
E salta e pula, rebola e pina...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Homens rázos partam!

Comprei um verniz cor de telha, lindo lindo, como diria se este fosse um blogue dedicado à beleza, e até daria dicas de onde comprar, marca, número de série e textura, mas não, adiante...
Pintei as unhas, dirijo-me toda lampeira até perto de mê senhor e, de dedos esticados e sorriso nos lábios pergunto se gosta da cor.
"Ai, como estão mal pintadas!", diz ele franzindo o nariz.
Prontes, uma pessoa fica possessa e apetece desatar aos murros, chapadas e relampadas na faceira...
Olhe, mê senhor, eu pedi para responder à pergunta "gosta da cor"?,  e para isso era só olhar à cor, ao seu todo na generalidade e não à particularidade de como estão (mal ou bem) pintadas. Essa, mê senhor, era a resposta à penúltima pergunta.
Raça d' homem, que atenta ao pormenor!

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Amanhecer em Veneza

Isso queria eu, mas não foi assim. Amanheci mas no hospital depois de um passeio na ambulância. Eram sete de uma manhã que tinha tudo para ser linda.
Lembram-se de contar da queda do mê senhor? Pois, não se lembram, certamente passou despercebida.

Mê senhor resolve passar de um escadote para outro sem pôr os pés no chão, isto no sábado passadfo e, saibam que o hôme nunca foi ginástica, mas pensava que tinha sido um alto gabarito em trapézio. E estatelou-se, ou melhor partiu-se no chão, ainda andei a colar os cacos, mas velho com ossos velhos não cola. Aliás, não há nada que resulte nem a cola dos dentes nem superglo.
Sem contar a cena das horas no hospital, sem contar a cena da suspeita de costelas partidas, sem contar com as dores e gemidos do mê senhor mais a dos trezentos doentes na sala de espera, até foi uma manhã bem passada.
Abreviando, o hôme do demo não partiu mas roturou (ou rupturou) o músculo e anda empalamado das costas. Coisas de velhos c 'os novos não entendem. Falo da ideia que os idosos, têm de pensar c' o tempo não passa por nós e c' ainda, temos a mesma agilidade de outrora.

domingo, 11 de outubro de 2015

É mais que justo!

Segundo o que li no Público, os partidos admitem aprovar o regime especial de aposentação dos professores, sendo que seria de 55 de idade e trinta e dois de serviço, ou 36 anos de trabalho independentemente da idade.
Ora, eu até cresci ao ler a notícia. É que tenho em casa alguém já com quarenta de serviço à espera que dê a sua hora, salvo seja, credo em cruz vá de rastos Santanás!
Isto até que caía bem no estômago, e assim, já se podia alargar o o bico à boa vida.
Mas, e aqui ponho um ponto de interrogação, será que não tem malefícios? Ou falando em linguagem do dia: cortes, penalizações e contribuições?
Cortes, penalizações e contribuições na aposentação fazendo com que a pessoa venha para casa, depois de ter avergado o lombo durante 36 anos a receber o mesmo que os colegas no início de carreira. Seria um pau pelo olho dentro!
A ver vamos! E se vocês, minhas darlingues, pretenderem ler todo o artigo enveredem por aqui.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Durante três meses...

...eu e o mê senhor temos a mesma idade. Quer dizer: ele começa nos 59 e eu dirijo-me para o final. Daqui a três meses entro nos sessenta e aí ninguém me aguenta (prontus, era só para rimar). Melhor dizendo e agora um pouco de matemática, uma situação problemática como se diz hoje em dia ou um problema à maneira antiga. Se eu sou mais velha do que o mê senhor três meses atão, quando a minha mãe estava na agonia do parto, a gemer e a gritar pela Senhora das Dores e pela Virgem do Parto, a mãe dele estava no prazer da....falta-me a palavra. Coloquem lá vocês que eu tenho de ir a correr a um sítio, posso?

Duas num dia já não aguento

Acalmem-se e aquietem-se que isto ainda nem começou.  Ontem foi a festa de anos do Gu-gu aqui, na casa da avó e, porque o avó faz anos hoje, dia treze de Setembro do ano da graça, resolveu-se juntar o shampoo e amaciador num só, perdão, de repente esqueci-me de que estava a falar de aniversários, ora bem, juntou-se a festa do neto e do avô, como (quase) sempre.
Então foi assim: jantámos ainda no dia doze e a partida do bolo foi a treze, assim que deu as badaladas no relógio da igreja o bolo entrou.
Por isso hoje é dia de arrumação porque ontem foi dia de diversão.
Parabéns ao mê senhor pelas suas 59 primaveras. E pronto, duas num dia é pra rebentar com os intestinos, com o fígado, com o estômago, vesícula, esófago e...com a cabeça porque quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga, não é?

domingo, 13 de setembro de 2015

59 anos

Faz hoje anos o senhor desta fotografia que, por acaso, e foi mesmo por um acaso se tornou "mê senhor".
Parabéns e venham mais cinco, pelo menos...

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Ora toma e vê lá com quem te metes!

Estava eu e a Pulga - a Maiveilha a cortar folhas velhas dos cântaros cá da quinta (cof cof), melhor dizendo: eu cortava e ela apanhava, quando o mê senhor que assistia às brincadeiras das outras Pulgas que andavam de bicicleta, diz que vai ao computador.
Pulga sem tirar os olhos da pá e da vassoura diz com ar de desalento, já prevendo a vida de casada...
- Ai - e dá aquele suspiro de desalento -  também quando eu for casada vou estar a trabalhar no quintal e o meu marido no computador.
Embrulha avô, disse eu. E mete um laço de papel que esta piada vai de encomenda.