Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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sábado, 27 de maio de 2017

Felicidade

Abre a felicidade como se estivesse numa garrafa. Como se fosse champanhe. Inspira o seu aroma, espalha por toda a casa o seu conteúdo. Descansa com a garrafa vazia na mão e olha para ela derramada. Vive a vida. Procura uma garrafa e...
...abre a felicidade, pois então!


"As ideias das pessoas são pedaços da sua felicidade."
                         William Shakespeare


sexta-feira, 26 de maio de 2017

Sempre na vanguarda do bem servir

Ai se não era eu não sabiam conjugar o decote com o colar.
Não pensem que sou "ingoista" e guardo as dicas da moda só para mim.
Que seria da blogolãndia sem os meus conhecimentos? Eu que vim ao mundo para ensinar a forma de usar correctamente os colares.
Agora apareçam aqui com o colar de bico sobre a gola redonda que eu mando ver o manual!.
Futilidades.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Com chocolate nas unhas

Eu não gosto de comer chocolate mas gosto de beber um bom cacau quente. Não aprecio bolos (de chocolate) e até a pronúncia da palavra "chocolate" que, à maioria das pessoas faz salivar, a mim dá-me uma volta no estômago.
Não gosto não como, nem dou um passo à frente quando chamam para partir o bolo. Tonterias minhas, e eu não sei!?
Mas voltando ao chocolate só o aprecio nas unhas. Adoro pintar as unhas​ da cor do chocolate.
E quem mais não aprecia chocolate?

sábado, 20 de maio de 2017

Bom Fim de semana, pois então!

Esta sou eu. Podia dizer que é o meu lema, é a forma que tenho de viver.
Tento tirar sumo mesmo que a fruta esteja seca.
Bom fim de semana que agora vou ali comprar fruta sumarenta.
"Esta Lisboa que eu amo.....

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Também tenho fases

E é assim que digo a Moi-Même, a minha empregada do Belize quando de dedo no ar e a empurrar-ela (como se diz em madeirense), para o trabalho, lhe ordeno:
"Ou fazes agora ou nunca mais fazes", porque Moi-Même trabalha de empurrão.

sábado, 13 de maio de 2017

Hoje é dia F...

Fátima, Futebol, Festival...

Dia Fantástico. Dia Fabuloso...
Começou com Francisco em Fátima a rezar por nós...
Depois um Futebolístico dia...
Dia Fértil em opções que poderá ser Falado a nível mundial. Claro que é Facultativo, mas esperemos pelo Final do dia para sabermos se o Frágil Sobral no concede um Final Feliz.
Um Fim de Semana Frutífero e Formidável para todos nós. Um abraço Fraterno daqui deste lado do mar.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Mas é assim tão boa?!

Confesso: ainda não ouvi a tal canção linda, romântica, carismática que o tal Salvador Sobral interpretou ontem na tal semi-final da Eurovisão da Canção.
Confesso: geralmente não aprecio as canções que levamos ao festival, mas parece que esta vai ser a salvação. Atão, se o intérprete se chama Salvador está tudo a dirigir-se ao pódio.
Confesso: não me causa interesse sentar-me a ver um rol de cantigas que, a saber, já uma está predestinada a vencer.
Confesso: não entendo a razão de a Austrália estar representada (mesmo sendo convidada) que até poderá ser a vencedora. Nem está perto da Europa...
Confesso que este concurso é um cambalacho.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Um conselho por que eu nasci para vos ensinar o caminho certo

Quando sentirem que a vida está amarga, se esgotaram todos os pacotes de açúcar e mesmo assim não adoça, dêem uma mexida forte, agitem bem, abanem a vida é que por vezes o açúcar está no fundo.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Porque eu tenho tomates

São pequenos mas são meus. Plantados, regados, cuidados e ainda há pouco comidos.

Eu também acho, e respondo aos vossos pensamentos, pois sei que em boca pequena estão a dizer: "Caramba, ela merecia ter uns tomates maiorzinhos que estes."
Mas prontes e como se costuma dizer: "cada um tem aquilo que merece" e este deve ser o tamanho próprio para mim, mas sei que há quem os tenha grandes, carnudos e pesados, mas os meus são assim: enfezados, pequenos e murchos mas pelo menos tenho tomates, e depois?

domingo, 7 de maio de 2017

Porque dia da mãe é sempre que alguém chame mãe

Só mesmo para pedir a todos os filhos que nunca, por motivo algum, se esqueçam da sua mãe.

Digo mãe:
- aquelas mulheres que pariram e protegem as crias dos ventos e tempestades e de todas as agruras da vida;
- aquelas que não pariram mas são mães em toda a acepção da palavra;
- aquelas que insistem e depois de esgotadas todas as possibilidades não cruzam os braços e abraçam outras hipóteses;
- aquelas que não podendo gerar cruzam os braços e olham pelos filhos das irmãs, como a minha tia-velha (eu tinha de falar dela, não poderia não falar).
E...
- Àquelas que se esquecem do seu papel sendo só a mera portadora de um bebé que se demitam da sua função de mãe espero que um dia reflitam e que as suas filhas não tenham a mesma atitude.
 - àquelas que fazem filhos como quem faz tricot e os deitam ao vento,
- àquelas que fazem dos filhos o bombo da sua fúria,
- àquelas que olham para os filhos como a fonte de rendimentos, a estas e a outras aqui não incluídas, desejo que um dia, um dia ponham a mão na consciência...

Às mulheres que ouvem todos os dias a palavra "mãe" tenham um dia muito feliz.
Àquelas que, como eu, já ouvem mais a palavra "avó" do que mãe a essas o meu abraço apertado.

sábado, 6 de maio de 2017

Eu dou-me nisto. E venha o sol o vinho as flores...

Logo pela manhã a chuva bate nas persianas da janela e chama-me à razão. Era hora de levantar este corpo (outrora Danone agora baleia assim a modos que azul meia-noite) e passear.
Dez horas diz o galo no campanário da igreja da Sé e a galinha da vizinha cacareja no quintal.
Dez horas de um dia chuvoso mas não frio.
Depois de levantar o corpo outrora Danoninho agora Michelinho, fazer as orações matinais, e obrigações inerentes ao levantar, tais como espreguiçar, bocejar e outros fui ao encontro de doze pessoas (apenas conhecia duas) para um passeio tipo meia-volta à ilha.
Pelas dez horas de hoje abandonámos o Funchal e a chuva e fomos ao encontro do sol.
Vimos as montanhas, olhando de baixo para cima e de cima para baixo, tanto subimos como descemos, atravessámos túneis, cortámos caminhos. Houve trambolhão e joelho esfolado. Houve risos, abraços, choros e cansaços.
Foi um dia pleno de amizade. Foi dia de unir Madeira ao continente português...porque somos Portugal.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Então, já comeram uma cerejinha hoje?

Pois eu, rapariga de meia serra a viver nos subúrbios onde cada género alimentício custa um olho no mercado negro (isto porque no meu rural quem paga o custo de transporte somos nós e, a saber, uma mercadoria descarregada nos portos da Madeira custa quatro vezes mais que descarregada em Leixões), mas adiante que já me perdi...

Perguntava se já tinha colocado na boca a bela da cereja. Porque eu, rapariga que dá os bofes por um "quilhinho" (é assim que se diz em madeirense puro) viu ontem a 5,89€ por um mísero "quilho" que eu gulosa como sou como-o enquanto o diabo dá uma volta.
Gostar eu gosto mas não sou gastadeira. Vou esperar uns dias a ver se baixa o preço.
Tão bom viver numa ilha turística!

terça-feira, 2 de maio de 2017

Qual a razão?

Ora digam lá que eu não consigo entender por mais que ponha a mão na cabeça e faça círculos e um esforço que parece que os miolos já fervilham.
Aqui vai a perguntinha...
Por que é que as pessoas assim que o avião pára põem-se de pé no corredor (ou na passerelle como disse a hospedeira francesa a comentar com a colega)?
E ficam ali a criar raízes até que venham pôr as escadas que a voar ninguém vai.
Cansaço por virem sentados? Se viessem a nado era pior. Desejo de começar a visitar a ilha? Caramba, ela não foge.
Olhem, se souberem digam se faz favor. É que eu fico sentada no meu lugar até que a confusão acabe e acabo por apanhar o mesmo autocarro.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Receba as flores que lhe dou...

...e em cada flor um beijo meu".
Cantava assim alguém que não me lembro quem, mas para o caso pouco importa.
O que importa mesmo é que "vou daqui para a minha terra que desta terra não sou", assim cantava alguém que não me lembro quem, mas para o caso pouco importa.
"Adeus aldeia, eu levo na ideia..." também cantava alguém que não me lembro quem...
Mas para o caso pouco importa...

domingo, 30 de abril de 2017

Estive lá...

Hoje foi o dia do encontro.

Logo de manhã meti as unhas no volante do carro e dei ao pedal até ao sítio combinado para que uma deusa me levasse ao Olimpo, perdão ao restaurante. Entre mimos, beijos e abraços daqueles fortes, calorosos fomo-nos apresentando. Mas quanto a mim nem era necessário pois que sem nunca termos tido contacto físico já nos conhecíamos. Tem piada, não tem?

É uma coisa que até nem sei explicar, pessoas que não se conhecem a não ser pela escrita, começam a falar como se fossem amigas de há muito, como se se tivessem​ visto no dia anterior.
Uma coisa vos digo: levo-os no meu coração, levo na bagagem os beijos trocados, os apertos de mão e o som da voz.
Até ao próximo que pode ser amanhã.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Logo eu que as adoro

Com a idade as doenças crescem como cogumelos no inverno. É a artrite, a tensão alta, a osteoporose, a perda de audição, da visão, do olfacto, das faculdades mentais e outras que tais.
O que nunca pensei adquirir com o avançar da idade é...um conjunto de moscas. Sim, moscas nos olhos e que vão acompanhar estes belos olhos azuis, tipo Liz Taylor (mentira, são castanhos - terra, mas eu queria tanto!), até serem comidos pelos bichinhos. Bem queria que fossem incomodar outra velha como eu, mas não. Estas moscas são minhas. Eu que as adoro e mato as que se cruzam no meu caminho. Castigo.
O que não vem em pacote "terceira idade" é o dinheiro. Esse malandro escasseia e é tão necessário para, com dignidade, gerir os cuidados de saúde que merecemos.
Os idosos assemelham-se a uma ave, um condor creio. Com dor aqui, com dor ali...

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Shite, para aqueles que se esqueceram do português

Como sabeis vou muito a Londres uma vez que tenho lá os meus irmãos e, a coisa que me faz saltar a brotoeja e coçar o carrrolo o dia todo é, precisamente, aqueles portugueses que saem do seu país e, assim que chegam a Gatuíque, sim que os portugueses usam as laucostes, começam logo a falar inglês. É o indergrounde, é o base, vão logo aos shopes, deixam de comer peixe e começam a comer fiche. Dizem camone em vez de vamos, todas as pessoas são uns sanofabiteche. Mas o melhor é deixar de levantar um dedo, o do meio, e passam a levantar dois em forma de v.
Se os filhos nascem lá, aí sim, a sua língua materna fica encostada na parede e dali para a frente só o inglês predomina.
O problema é que sem saber falar o inglês correcto deixam a sua língua arrumada na gaveta e só falam português na presença dos filhos quando brigam....Uma forma de poder mandar para  o alto do mastro do navio sem que as crianças entendam. Olhem que conheço e cumprimento este casal.
Ora, como pode uma família de quatro pessoas que saíram de Portugal todos juntos e que falavam português em casa, óbvio, assim que chegam à Inglaterra, tungas, agora só inglês...
Se me justificarem bem justificado não que eu sou assim a modos que estúpida neste assunto pode ser que a minha opinião mude enquanto isso acho uma estupidez obrigar os filhos a falar inglês em casa (não chega na escola?) E continuar a falar português em casa não era uma forma de as crianças saberem duas línguas?

domingo, 23 de abril de 2017

Hoje é domingo dia de cruzar as pernas

Domingo...
Se antes detestava este dia é só a pronúncia do seu nome dava-me uma brotoeja no corpo e ficava de trombas o dia inteiro: por ser véspera de semana preenchida de aulas, dia de preparar as lições, programar, projectar a semana, presentemente, só a pronúncia do seu nome faz aparecer um sorriso rasgado na cara.
Domingo, na actualidade, é um dia para relaxar. Nao que não faça planos semanais, mesmo sem ser profissional o hábito ficou, mas agora aproveito para passear pela minha ilha, captar bons momentos, brincar com os netos e retomar energias positivas. Uma leveza portanto.

À noite mostro alguns sítios bonitos do meu rural.
A todos um excelente domingo, força para iniciar a semana de trabalho. Custa, eu sei, mas no fim é compensador. Palavra de avoGi, Técnica Superior de Lazer.

sábado, 22 de abril de 2017

De que serve ter um amigo?

Vem isto a propósito de alguém que está a atravessar um momento crítico na sua vida e é quando mais precisa de desabafar para expurgar a alma, pedir conselhos e que as amigas comprovem a veracidade dos factos e as amigas, essas, não comparecem ao tribunal. Acobardam-se.
De que serve dizer-se amigo de alguém se na hora em que mais precisa lhe vira as costas? Por isto digo, minhas senhoras e meus senhores, ponham os olhos em vez do coração ao escolherem os amigos. E sabem?, falo com conhecimento de causa. Por isto, reforço a minha teoria que: amigos é uma palavra que muitos não conhecem o significado. Acreditem.

E, relendo a frase, digo que "há amigos que te ajudam a cair".

quinta-feira, 20 de abril de 2017

A vítima ou o assassino?

Depois de muito meditar sobre o assunto chego à conclusão que sou a favor da prisão perpétua.
Durante muitos anos achei que era uma violação dos direitos humanos, o facto de privar a liberdade, que é um direito consagrado, mas pergunto-me: porque há-de ter direitos um humano que renegou esse direito a alguém?
Crime, quanto a mim é devolver à sociedade um assassino. Crime é saber que esse um dia depois de cumprida a pena vai sair em liberdade, essa liberdade que ele tirou.
A prisão perpétua é um castigo do mais severo que há, mas é também um acto de misericórdia - não tirar a vida a alguém que a tirou.
Não há dor maior que acordar de manhã sabendo que não poderá ver a pessoa que um dia amou e que num outro a odiou o ponto de a matar. É o maior castigo que se prolongará por todo o tempo até morrer. Até se arrepender se se...

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adoptada pela Assembleia-geral da Nações Unidas em Dezembro de 1948, reconhece a cada pessoa o direito à vida (artigo 3º) e afirma categoricamente que “Ninguém deverá ser submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes” (artigo 5º)

Quem: a vítima ou o assassino?