Pulgas, Pulgas, Pulgas. Para qualquer lado que me vire encontro sempre uma. É à frente, é atrás, é em todo o lado, mas no colo é onde poisam. Perseguem-me. Fujo, escondo-me, mas encontram-me. São pequeninas e saltitam muito, dificilmente as agarro porque não param um minuto. Não há no mundo pulgas como estas, porque são: "As minhas Pulgas".
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sexta-feira, 19 de maio de 2017

Há muito muito tempo...esta sou eu e não tenho te po para mudar. Nem quero.

....era eu uma pré-aposentada sem "nada para fazer" - isto para brincar com aqueles que julgam que os aposentados e reformados deixam de ter fases: ou fazes ou não fazes nada - e a minha filha tinha um blogue onde eu comentava já com o meu célebre "avogi", e como já tinha Pulgas (sempre tive melhor dizendo), além da minha tia-velha, uma grande Pulga e que foi o mote para este  blogue, decidi escrever as minhas peripécias.
Quem é novo por aqui não se lembra da minha tia-velha, mas ela deu origem a muitas publicações​ hilariantes devido à sua idade e esquecimentos (ali na etiqueta: "titia").
Oras... e horas passadas aqui neste meu humilde casebre. Tantas mas tantas alegrias (e tristezas mas isso são aqueles carrapatos de estimação que tenho grudados nas pernas)...
Pois bem, são oito senhores e senhoras são oito anos a escrever neste meu projecto. São oito anos a relatar acontecimentos do dia a dia.
Por isso meus amigos que todos os dias ou dia sim dia não, deixam aqui uma pulga para me coçar, a todos vocês o meu muito obrigado.
Parabéns​ a nós porque isto sem vocês não funciona.

(E aqui vai a minha faceira aprantada na publicação​.... vejam​ que dentro de momentos​ a  mensagem desintegra-se). Mas já muitos me conhecem...

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Já briguei, já aliviei e daqui para a frente "ai dele" se volta a fazer o mesmo

Ontem, na lista de chamadas recebidas e não atendidas estava uma de alguém que não vejo há mais de seis anos - e a Madeira é pequena, não é? Ligo de volta não sem antes no meu pensamento passar a imagem da pessoa, e o que terá motivado a chamada, e logo penso: morreu alguém?, alguma bilhardice pronta a ser partilhada, uma das boas, quentes e frescas, só pode...
Como não atendeu mandei mensagem com a pergunta óbvia: "telefonou-me?" Recebo de volta a frase: "Eu liguei-lhe porque a professora ligou-me!"
"Eu? Não me lembro. Mas já agora pergunto se esta tudo bem."
Conclusão: este estapilha dum raio anda a ligar para velhos conhecidos meus sem minha autorização.
Já  briguei com ele e daqui para a frente se quiser que eu fale com alguém, faz favor, vai dizer-me antes de ligar sem minha autorização. Mas depois arrependo-me e penso que...
"Pode ser saudade" como me disse o Nuno da Câmara Pereira quando lhe contei este episódio.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

E, aos 61 anos 4 meses e 29 dias de existência​...

...fiz uma tatuagem.
Podia dar-me para pior mas não. Fiz uma tatuagem linda que simboliza a minha família, aquela que constituí e está preparada para aumentar por cada neto que chegue.
E com um simbolismo ainda maior. Oferta dos meus filhos no Dia da Mãe.

Sim, eu sei que sou velha, sim, também sei que perdi o juízo (e não sei onde, é que não o consigo encontrar, caramba!), sim claro são coisas de adolescentes....sim....sim... sim...para tudo o que estão a pensar.... Mas estou feliz​ com a bela da tatuagem.
E depois... até as minhas Pulgas adoraram.
E porque não se sou jovem? Que culpa tenho eu de ter nascido antes do tempo?

domingo, 7 de maio de 2017

Porque dia da mãe é sempre que alguém chame mãe

Só mesmo para pedir a todos os filhos que nunca, por motivo algum, se esqueçam da sua mãe.

Digo mãe:
- aquelas mulheres que pariram e protegem as crias dos ventos e tempestades e de todas as agruras da vida;
- aquelas que não pariram mas são mães em toda a acepção da palavra;
- aquelas que insistem e depois de esgotadas todas as possibilidades não cruzam os braços e abraçam outras hipóteses;
- aquelas que não podendo gerar cruzam os braços e olham pelos filhos das irmãs, como a minha tia-velha (eu tinha de falar dela, não poderia não falar).
E...
- Àquelas que se esquecem do seu papel sendo só a mera portadora de um bebé que se demitam da sua função de mãe espero que um dia reflitam e que as suas filhas não tenham a mesma atitude.
 - àquelas que fazem filhos como quem faz tricot e os deitam ao vento,
- àquelas que fazem dos filhos o bombo da sua fúria,
- àquelas que olham para os filhos como a fonte de rendimentos, a estas e a outras aqui não incluídas, desejo que um dia, um dia ponham a mão na consciência...

Às mulheres que ouvem todos os dias a palavra "mãe" tenham um dia muito feliz.
Àquelas que, como eu, já ouvem mais a palavra "avó" do que mãe a essas o meu abraço apertado.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Fiquei possessa! E foram só quatro dias...

Ontem foi dia de peso. De me pesar quero dizer.
Atão, como eu sei que a balança marca sempre um pouco mais (é defeito dela), eu coloco o ponteiro antes do zero.
Mas hoje ela irritou-me. Andou muito mais do que eu pensava. Só me apetecia pegar num malho que o mê senhor tem na oficina e dar até o ponteiro desaparecer como o sol no horizonte.

Ora, uma p'ssoa vai de minimini-férias, a p'ssoa fica na casa da comadre e para não fazer a desfeita diz que sim a tudo: "gosta de arroz de pato? Gosta de favas guisadas com carne de porco, vaca e galinha? E coelho, gosta? E para sobremesa quer leite-creme? E quer provar um vinho cá da casa? Verde ou tinto? Para digestivo vai uma cachaça? Ah, o jantar ainda não está pronto mas vai sair uns queijinhos com presunto e uns rissóis. Prefere chouriço ou paio?

O depois é que está a pôr-me possessa.
Dois quilos?! Mas como!? Se andei a pé pela margem do Lima, se andei por Braga de mala na mão, se pus as pernas numa roda-viva sem descanso!
Mal-injusto! Mas não quero ser indelicada e fazer "bico a tudo" quando se trata de comida. Atão comi. Agora chupa o pirolito...

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Quando se pensa ser uma rainha e passar o dia no relax

.... sai uma gata Borralheira ou uma bruxa agarrada ao cabo da esfregona a limpar água todo o dia.
Eu explico, afinal para que nasci eu senão para vos ensinar o caminho da luz e da água?

Acordei cedo, ali pelas dez horas de uma manhã​ que tinha tudo para ser perfeita. Acordei e fiquei-me no ron-ron do calor das minhas penas. Mas, de repente, disse cá pra mim, uma vez que só eu é que me ouvia. "Levanta-te corpo de Cristo e vai mazé procurar que fazer."
Enchi o peito de ar e, assim que coloco o pé no chão, sinto que algo não está perfeito!
"Ah, diacho, ah estapilha que coisa (eu não disse coisa, disse outra, tá bem?), santo Cristo? Água!?
Meus queridos, eu pus os meus lindos pés na água. O meu quarto estava alagado, os sapatos nadavam alegremente, a água dava pelos tornozelos e já descia as escadas com tanta intensidade que  o eu por mais que corresse não  é a apanhava. Do tecto do andar de baixo pendiam estalactites e gotas de água em fila. Até que fumo subia pelo ar e um cheiro a queimado inundava as narinas.
Curto-circuito: água e electricidade uma dupla explosiva.

Limpei água todo o dia, e na rua chovia torrencialmente.
A minha cabeça está em água...Os sapatos estão encharcados...
Agora tenho uma explosão de tacos do chão a saltar. Sempre quis ter soalho flutuante mas não era desta forma...
E tenho um avião para apanhar...
Se não nos vermos por aqui é que, certamente, já estou aí.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Mas diz-me, tu vais a Braga a um almoço?

Perguntava-me a minha neta Baixinha, de nove anos franzindo o sobrolho, olhos arregalados​ e mãos nas ancas a modos que peixeira do Bolhão (sem ofensa), quando lhes disse que na próxima quinta feira vou viajar para me encontrar com amigos que não conheço pessoalmente.
- Não conheces pessoalmente? Nunca os viste? - parou para pensar e remata depois de refazer as ideias. - Espera....Vais encontrar-te com pessoas que não conheces? 
Respondo que sim.
- Não é perigoso? - e aqui está a demonstrar preocupação.

E repetia "vais sozinha a um almoço com pessoas que não conheces".
E abanava a cabeça como a dizer: "eles recomendam para não falarmos com estranhos e depois vão almoçar com estranhos! Não entendo os adultos".

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Já preenchi, já submeti, já recebi

Refaço a frase: não preenchi pois que já estava preenchido pelas Finanças, só concordei, que trabalhadores da Função Pública não há como fugir do que está lá averbado, mas dizia eu que submeti e uma semana depois "ei-lho" (falando madeirense), depositado na conta.
Tão bom não é? E por aí já canta bem alto o dinheirinho do IRS ou canta baixinho? O meu cantou pianinho, mas foi bom ouvir o seu sussurro.
Ide a correr, rápido, que rápido vem. E sigam a frase: "não deixem para receber amanhã o que podem ainda receber hoje".

terça-feira, 18 de abril de 2017

E foi assim que aconteceu

Ontem, a mãe das minhas Pulgas fez 37 anos (obrigada, obrigada...) e para descongestionar das comidas do domingo de Páscoa nada como levar os restos (do domingo de Páscoa) para um piquenique na serra, além do bolo de aniversário para o tradicional soprar as velas.
Foi a modos que para lá de bom... Para lá de Marrocos... Sol, calor, família, risos de crianças, descanso e lazer...

Fotografia: As Pulgas a fazer o que melhor sabem: brincar. A prineira foto é Baixinha empunhando a máquina fotográfica do avô a estrear-se nesta modalidade. Tem jeito a peste!

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Eu não sei como se pode comer tanto!

Não sei, juro que não sei como se pode comer tanto. Não sei vocês mas eu sentei-me ao meio-dia e levantei-me à meia-noite. Sempre a comer. Os aperitivos, as entradas, o cabrito, as sobremesas, o chá os bolos, o café e o digestivo.
Garanto que se me colocar na balança e ela mexer com o ponteiro mais de dois riscos eu dou-lhe uma martelada.

E foi assim o Domingo de Páscoa. Entre o almoço e o jantar ainda houve tempo de dormir no sofá ementes outros jogava à Bisca e ao Cassino.
Se foi o que esperava? Melhor do que...

sábado, 15 de abril de 2017

Ressuscitou. Aleluia

E Ele ressuscitou dos mortos ao terceiro dia conforme as Escrituras, depois de crucificado pelos romanos na Sexta-feira Santa.

Feliz Páscoa para todos os que me visitam bem como aos seus familiares.
Agradeço também aos que, por esta via, me têm desejado uma Santa e Feliz Páscoa para toda a minha família.

Não vai dar tudo ao mesmo?

Estava eu a andar a quatro patas, punhos fechados no chão, braços esticados e cara de má a aproximar do mê Gu-Gu, o neto de sete anos e, distraído como estava, digo-lhe na mira de olhar para mim.
- Olha, Gu-Gu, sou um macaco.
Ele olha e deixa de olhar, sem se rir (e queria eu que ele achasse piada às minhas asneiras!), ao mesmo que diz: "não és nada um macaco!"
- Não sou? - pergunto eu e continuo a andar a quatro patas - mas estou a andar como os macacos, não?
Abana a cabeça em negação, como que a dizer: "esta nunca mais aprende, por mais que lhe ensine"
- Gorila, avó, os gorilas é que andam assim. Aprende. - e continua a olhar para a televisão.
Ora toma e vê se aprendes. E tristezinha, levantei-me, deixando somente os pés no chão a pensar se realmente macacos, gorilas, orangotangos e chimpanzés não andam todos de igual forma.
Dúvidas, só dúvidas...

Fotografia: O mê Gugu em modo desporto radical

domingo, 9 de abril de 2017

Esta é a Sueca

Apareceu na minha casa vinda não sei de onde e por aqui ficou. Não sei se tem dono, nome...ela não diz nada...(e olhem que já lhe perguntei). Tem comida à descrição, um tecto para se abrigar e carinho das minhas Pulgas. Fez da minha casa o seu lar.
Uma barriga monumental pois está prenha, demasiado prenha para procurar outro lugar.
Já foi batizada de "Sueca" porque apareceu no dia do atentado, também por ser branca de olhos azuis.
Linda, não é?

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Se eu pudesse era assim o resto da minha vida

"Ai, avó, a vida sabe tão bem!" - diz a Pulga - a Maiveilha -, de onze anos, deitada ao meu lado de pernas esticadas na relva do jardim, no primeiro dia de férias, acompanhado de um longo suspiro a olhar o infinito.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

A melhor coisa do mundo é...

Numa conversa muito séria entre avós e netos Pulgas (a saber são três: uma de onze, uma de nove e um rapazinho de quase oito, todos irmãos), a do meio - a Baixinha, (porque está no percentil baixo) disse que não queria ter filhos.
Ora, eu, avó estremosa que teve dois filhos continuei a rebater que "os filhos é o que melhor se pode ter", que "é a continuação da família e que "filhos é a melhor coisa do mundo".
Continuava ela que não queria ter filhos quando crescesse e ripostou:
- Ó, avó, deixa-te disso "a melhor coisa do mundo" é comer batatas fritas.
Pronto, desta não ter bisnetos. Mas vou ter montes de batatas fritas.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Gaspar - o gato ocioso, gordo, emigrante e que arranha quem se aproxima

Gaspar é o gato madeirense que vive agora em Braga, mas já viveu no Porto. Gaspar é o gato que viaja, tipo caixeiro-viajante, sempre que o seu dono - o mê Bisalho - viaja.
Gaspar está velho, tem dez anos e passa o dia à janela a apanhar os raios de sol. É esquisito na sua alimentação, só come ração e fiambre. Está obeso.
Gaspar é um delator, conta tudo ao dono quando este, à noite, chega a casa. Além disso é ciumento. Que ninguém se aproxime do dono quando ele está presente.
Queria eu ter a vida de Gaspar!

quinta-feira, 23 de março de 2017

Na minha mala tem de tudo

Na mala de uma mãe cujo filho está emigrado mesmo sendo ali ao lado em Portugal Continental (para mim é como se estivesse na Austrália, tal é a sensação de lonjura) tem de tudo.
Ora, o Bisalho (para quem ainda não saiba "Bisalho" quer dizer pintainho em madeirense) manda-me uma lista de saudades, que é como quem diz comidas, para eu levar.
Assim, mesmo antes de colocar a roupa meto as saudades dele. É anonas, bolachas inglesas e palitos de cerveja. É fígado de novilho que levo já preparado) e milho para fritar. É milho para cozer com espada de cebolada. É bananas, é espigos...
Broas de mel, de coco, de manteiga...
Só depois disto tudo é que meto a roupa.

Onde cabe a roupa, pergunto também vocês, meus amigos, enquanto tamborilham os dedos na mesa e franzem o sobrolho?
Só acrescento que vamos dois, e só vai a mala de cabine que, na Transavia, tem o peso máximo de dez quilos.
Agora é aquele momento em que levantam as sobrancelhas e dizem: hããã!? Como?!
E nem pensem por um instante que vou andar nua e descalça.
Ah, e a minha filha, que faz e vende granola  da "gran'all"....(Correi ao feicebuque e encomendei), trouxe-me umas para levar que haviam sido encomendadas.
Agora podem pôr a mão no peito e abanar a cabeça de admiração.

domingo, 19 de março de 2017

No dia do pai lembro-me da minha mãe

Nunca chamei pai a ninguém. Não vivi com o meu pai, mas nunca me faltou a figura paterna.
Sou a mais nova de cinco filhos. A minha mãe tomou o controle da casa quando o meu pai emigrou. Passou dez longos anos longe de casa, regressou mais pobre do que quando emigrou e com umas ideias que não agradavam à minha mãe; uma delas era violência doméstica.
Eu nasci passados uns meses da separação dos meus pais.

Conseguem imaginar as dificuldades pelas quais a minha mãe passou por se ter separado do marido, mesmo sendo ele um agressor? Há mais de sessenta anos nenhuma mulher dava este passo. A minha mãe deu, pois não dependia do marido para sobreviver.
Tornou-se numa mulher dura. Não manifestava os seus sentimentos. Tinha de trabalhar para sustentar os filhos. E eu crescia sem um pai. Mas cresci. E hoje devo tudo à minha mãe e à minha tia-velha - pois que cuidou dos sobrinhos como se fossem seus filhos para que a minha mãe trabalhasse.

Pai? Não precisei de um, tive muitos. Super-protegida por toda a família tornei-me numa pessoa alegre, divertida que leva a vida a sorrir. Estimada e amada.
Esta sou eu, filha sem pai e com uma mãe que lutou para que eu crescesse sem precisar de um.
Por isso, no Dia do Pai lembro-me da minha mãe. É para ela que escrevo.
Obrigada, minha mãe por teres sido também o meu pai.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Pensionista e penso muito

-Avóóóóó (e este óó parece que não tem fim), pensionista quer dizer que a pessoa pensa muito, não é? - pergunta o mê Gugu, de sete anos, ao ouvir falar sobre os pensionistas.

Podia eu dizer que os pensionistas são os escolhidos, que são como um saco onde o governo vai roubar, perdão, retirar dinheiro sempre que precisa.
E que sim, que quando se recebe a pensão pensa-se nos descontos feitos e até demasiado quando se vê os euros a escorrer por entre os dedos.

domingo, 12 de março de 2017

É por esta e por outras que eu sou assim e não mudo

São estas atitudes que me tocam o coração. E me enterneço.
Não teve tempo de arrumar, mas deixou um pedido de desculpa ao avô. Quem pode zangar-se pelo comportamento com esta atitude?
Poder-me-ão dizer que não justifica, mas pior seria se deixasse tudo desarrumado e saísse porta fora (porque tinha uma aula).
Pulgas, sempre a mexer no coração desta humilde avó!